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terça-feira, 3 de abril de 2012

Maranhão: Ilha do Amor e Lençóis Maranhenses



“Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá....”

Os famosos versos do poeta maranhense Gonçalves Dias ganharam o mundo e colocam um “gostinho na boca” da gente quando a ideia é imaginar uma viagem ao Maranhão. Eu sugiro que você não fique na imaginação. Confira as belezas desse pedaço de chão tão bonito do Brasil.
Eu já sabia, pelas fotos que havia visto antes, que o lugar era bonito, mas o que vi do Maranhão me cativou completamente. São Luís é conhecida como a Ilha do Amor, ou a Ilha dos Amores. Vou tentar dar algumas dicas úteis e espero contribuir para despertar (ou aumentar) seu desejo de conhecer esse estado.

Casarões antigos de São Luis do Maranhão

O aeroporto é pequeno porque está em obras. Você desembarca e já está praticamente no ponto de táxi. Foi a minha opção para ir até o hostel, já que cheguei de madrugada.  O hostel Solar das Pedras, pelo que me informei,é o único de São Luís, a capital, e fica no centro. O táxi até lá nos custou R$33,00. Particularmente eu não recomendo esse hostel. Foi meio decepcionante por conta do cheirinho de umidade que há em todo o ambiente. Eu deixaria a capital em poucas horas e não tinha mesmo outra opção por conta do horário. Fiquei por lá.  Pela manhã, veio nos buscar o ônibus que nos levou até Barreirinhas, portão de entrada para os Lençóis Maranhenses. Pagamos R$40,00 por pessoa e fizemos o percurso em quase 4 horas. O próprio hostel fez nossa reserva e, se quiséssemos, eles teriam feito um pacote de 2 ou 3 dias, com hospedagem, transporte e passeios por R$280,00. É um bom preço.
O lance é que já tínhamos uma pousada reservada em Barreirinhas e ficamos apenas com o serviço de transporte. No caminho para Barreirinhas, apenas uma parada, em Morros, na pousada Quebra Anzol. Ali você pode tomar um café da manhã self-service por R$10,00, comendo à vontade. Preferi guardar o estômago para almoçar na cidade. Foi uma sábia decisão. 



Em Barreirinhas vc encontra comida simples, mas muito boa, no “Tá delícia”, restaurante em frente ao Centro de Artesanato de Barreirinhas (cada coisa linda para você comprar...). Use e abuse dos sucos naturais de frutas diferentes e saborosas e, claro, não deixe de provar o refrigerante Jesus, típico do Maranhão.

Refrigerante JESUS, o sabor do Maranhão

Quando você chega a Barreirinhas, fica um pouco decepcionado porque a cidade é bem pequena e sem estrutura. Não se preocupe. Você vai passar o dia fazendo algum passeio pelos arredores. Achei os valores muito baratos, cerca de R$40,00 a R$60,00 cada um. Eu paguei R$40,00 por cada um e fiquei feliz. Eles te buscam e te deixam na pousada e você não tem trabalho algum. Fiquei em uma pousada muito simples, mas limpa e no centro, que integra a casa da dona da pousada, Dona Deusa. Você pode ligar para o telefone dela (98.3349-1133) e negociar o preço. É uma casa de família que dispõe de alguns quartos para turistas. Não há luxo, nem internet.
Em Barreirinhas, à noite, há a opção de jantar na Beira Rio. No Barlevanto você ainda tem um forró ao vivo e pode até dançar se levar seu par ou, com muita sorte, encontrar algum conhecido de um dos passeios feitos durante o dia.

Lençóis Maranhenses

O primeiro passeio foi aos Lençóis Maranhenses. Realmente o visual é incrível e já dou a dica importante: a melhor época é de junho a setembro, quando as lagoas ficam cheias. Peguei um período em que elas começam a encher e sei que teria sido muito melhor se tivesse ido na época das lagoas cheias. Prepare suas pernas. Você vai subir e descer muitas dunas e vai se surpreender a cada subida e descida porque, mesmo sem as lagoas cheias, o lugar é deslumbrante. 

Subindo e descendo dunas

Quem avisa amigo é: leve água, algo de comer e protetor solar. No Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, não há onde comprar nada e, se você não levar, vai morrer de sede e fome.

Deslumbrante
Há anos eu queria conhecer os Lençóis e fiquei muito emocionada porque, pessoalmente, é mais impressionante do que o que você vê por meio das fotos. Depois de um pouco mais de meia hora caminhando, chegamos à Lagoa do Peixe, única que estava cheia, e pudemos ficar mais de uma hora aproveitando o sol e a água gostosa dos Lençóis. Vontade de sair dali? Não. Vontade de ficar por mais tempo, mas o dia não estava propício para vermos o por do sol nas dunas, por conta das nuvens que dominaram o céu.

Não se esqueça de levar água

Saí dos Lençóis lentamente, com pena de ter que deixar o paraíso. Voltar é palavra de ordem. E quando fizer isso, vai ser no período de cheia das lagoas. Se você acha que no Maranhão só há os Lençóis, está enganado. Há muito mais. Não dei conta de conhecer tudo, mas, no próximo post, conto um pouquinho mais do que há por lá para se conhecer. 
Enquanto isso, deixo aqui um vídeo com o samba enredo da Beija Flor 2012, que tem como tema São Luis do Maranhão.





sábado, 17 de março de 2012

Atacayuni, segunda parte: Deserto do Atacama

Pedalando pelo Atacama. Imperdível o passeio.

Não, não procure lógica no uso do espanhol ou do português aqui nesse blog. Escrevo na língua que me dá vontade de usar quando resolvo contar coisas que talvez nem tenham interesse para você, mas, se você está lendo, é porque tem interesse, verdade?
Bem, me cabe contar a segunda parte da Expedição Atacayuni e devo confessar que saí da Bolívia com dor no coração, porque tinha adorado cada momento, mas estava cheia de expectativas em relação ao Atacama.

San Pedro de Atacama
 Ainda na estrada, em direção a San Pedro de Atacama (SPA), nos surpreendeu o pessoal do Rally DAKAR. Tentamos algumas fotos, mas não ficaram muito boas não. A chegada ao Chile é bem tranquila. A única coisa é que você passa pela imigração e, claro, há uma fila. A empresa, no nosso caso a Colque Tours, cuida de tudo e, após isso, leva você ao centro de SPA.
Conseguimos um pousada bem confortável com preço razoável, a Licancabur. Curioso é que não consigo encontrá-la no google, mas foi nela que ficamos, sem a necessidade de reserva. Passamos em frente, entramos e conseguimos vaga. De qualquer forma, não sei se é a melhor opção porque você pode chegar à cidade em uma época com muitos turistas, certo? Veja aqui alguns hostels, acho mais seguro. Não tínhamos café da manhã, mas há tantos lugares charmosos em SPA, que você vai gostar de poder tomar café fora do hostel. O único cuidado é que tudo no Atacama é mais caro que em Uyuni: a comida, os souvernirs, os passeios. Tudo é mais caro mesmo. 

Garrafa gigante me salvando dos perigos do desrto
No primeiro dia optamos por pedalar pelo Atacama e alugamos bicicletas em uma das muitas lojas que prestam esse serviço. Não alugue a bike por uma hora apenas, melhor reservar logo várias horas porque o deserto é tão lindo que você não vai querer parar de pedalar. 

Paradinha para hidratar o corpo: água!
À noite fomos ao observatório e vimos o céu estrelado e, depois, tivemos uma conversa com um astrônomo francês, dono do lugar, com direito a chocolate quente (mas há a opção de um chá também). Um charme a sala onde rola a conversa, porque nos sentamos em círculo e temos as estrelas brilhando, aparecendo pelo buraco no teto.
O bom da nossa viagem é que já tínhamos feito muitas coisas em Uyuni e acabamos por selecionar o que faríamos no Atacama considerando o preço dos pacotes também. 

Salar do Atacama

A opção foi por uma empresa que cobrava um pouquinho mais caro, mas, SEM DÚVIDA, oferecia o melhor serviço, a Grado Diez (na boa, os ônibus da empresa parecem caminhões e são muito mais resistentes. Vimos outras empresas com seus ônibus "empacando" no meio do caminho. Veja o site da empresa aqui). 
Nosso guia foi o Niko, nome Nicolás, um guia mais que divertido e encantador. 

Niko
 Fizemos um passeio a la Laguna Cejar, um lago de sal que não permite que você afunde. Você fica todo branco. Mulherada, nada de usar o melhor biquíni para isso, ok? 


Em seguida, para retirar o sal do corpo, nos levaram aos Ojos del salar, dois buracos imensos em pleno deserto, com água doce. 

Um dos Ojos del Cejar


Você se joga e limpa o corpo. Delícia! Ok, tudo bem. Confesso que fiquei com medinho e demorei bastante a mergulhar porque a altura é significativa, mas juro que não há perigo. Relax! Respire fundo e mergulhe! 

Demorei, mas mergulhei

Terminamos o passeio no Salar do Atacama, com direito a puesta del sol, aperitivos e pisco sauer. Hummm... Só de pensar me dá vontade de voltar pra lá agora! 


Reflexos no Salar

Lugar mágico

Os outros passeios certamente são maravilhosos também, mas tínhamos feito coisas parecidas na Bolívia e por um preço mais cômodo. Decidimos, então, pedalar novamente pelo Deserto do Atacama, sem destino, e aproveitar o último dia. Infelizmente, caí da bike e torci o pé, mas o erro foi meu, né? Paciência...

Após a queda
O pé torcido acabou me rendendo alguns amigos porque fiquei sentada à beira de um rio e acabei conversando com vários turistas que passavam e acabavam parando ao meu lado, batendo papo e trocando experiências. Tudo tem seu lado divertido, certo?
Hora de voltar, pé ferrado, mas disposta a dar uma "olhadinha" na equipe do Rally Dakar. Fomos rumo a Arica, litoral chileno, e acabei conseguindo uma foto com um dos pilotos do DAKAR... Amei! 

Piloto Dakar
 Bem, hora de voltar pra Bolívia e pegar o voo de volta ao Brasil. 


Paisagem na volta à Bolívia
Aperto no peito... A viagem foi nota DEZ e não vejo a hora de ir pra lá novamente. Recomendo muito!

sexta-feira, 9 de março de 2012

Bellezas del Salar de Uyuni

Cuando estábamos planificando el viaje, se nos ocurrió darle un nombre especial. Después de algunas tentativas, llegamos al nombre Atacayuni, mezcla de Uyuni y Atacama, segunda parte del viaje.

Como te decía en el post anterior, llegamos a Uyuni por la madrugada y, después de algunas horas en un hotel cerquita de la estación del tren, barato y limpio, nos decidimos por una empresa que nos llevaría a conocer el Salar de Uyuni. Nos costó barato, pero tuvimos algunos problemitas con el horario. La empresa elegida fue Colque Tours y, desgraciadamente, tuvimos un retraso de unas dos horas. No me encontraba bien -todavía tenía el "mal de alturas"- y, por eso, estuve tumbada en el sofá de la empresa esperando a que partiéramos rumbo al Salar. El señor fue simpático y me ofreció ayuda, pero, cuando estás mal, estás mal y no te das cuenta de algunos detalles. Finalmente nos subimos al auto y salimos hacia el Salar. 

Chicos bolivianos. Foto de Marcelo Guttler.
No necesito decirte que empecé a mejorar y, dentro de muy poco tiempo, ya me encontraba bien y contenta por empezar la aventura.

Y viene el tren...  Con Alvaro y Marcelo, arriesgándonos la vida
El primer punto de interés fue el Cementerio de Trenes. Hay mucha basura, pero vale la pena conocerlo. La pena es que nuestro conductor tenía prisa -por el retraso inicial- y no nos dejó mucho tiempo para "jugar" en los trenes. 

Cementerio de trenes
Impresionante es la sensación que tienes cuando estás en Salar. El auto avanza sobre la sal y lo ves todo blanquito en el horizonte. 

El horizonte salado

Kilómetros con este paisaje
Prepárate porque es mucha emoción caminar sobre la sal, tocar el suelo y probarte lo salados que están los dedos. Como soy aficionada a la sal, me divertí chupándome los dedos cada rato. Ten cuidado con los zapatos. Muy probablemente se te van a estropear, así que mejor no te pongas los mejores que tienes este día.

Pies clavados en la sal. Qué ricooo.
Lo mejor es cuando hay agua en el Salar porque así tendrás la sensación de espejos y de que el suelo y el cielo son uno. No tuve esa suerte.


Nuestro coche
Hora de la comida, o almuerzo, como quieras. Nuestro conductor nos llevó a un lugar muy bonito y nos preparó la comida que trajo en el auto.

Comidaaaa

Momento relax



Uno de los puntos importantes es la Isla Incahuasi, una isla de cactos gigantes en medio del Salar. Muy chévere...

Incahuasi

Incahuasi

Aventurera
Después de la Isla Incahuasi, nos dirigimos al Hotel de Sal para la primera noche en Uyuni. 

Hacia el hotel
Prepárate: solo hay cuartos colectivos, para seis personas, las mismas que viajan en el auto contigo. Una única ducha para todos que se alojan en el hotel y un baño para mujeres y otro para hombres. Se forma una pequeña cola porque es mucha gente, pero, te digo, esa cola es perfecta para que hagas nuevos amigos, gente de todas partes del mundo, de diferentes idiomas y culturas. Fenomenal.

Pared del hotel de sal
En el hotel te sirven un té y galletas mientras esperas la cena. La comida es buena. Por supuesto no comes como en un hotel de lujo, pero me sorprendió bastante porque fue mucho mejor de lo que me imaginaba.

En el hotel de sal

El segundo día conoces lagunas y paisajes impresionantes también. Mucho viento y tierra. Mujeres, prepárense el pelo y la piel. Mucha crema, por favor.

Con la camiseta de Flamengo, mi equipo de fútbol.

En una de las muchas lagunas, con lindos flamencos

Momento de la comida: todos hambrientos

Estoy segura de que estos 3 días fueron unos de los mejores de mi vida. La piel resequida por el sol, frío y viento, pero nada que la crema, después, no resuelva. Así que relájate y disfruta el momento.

Laguna Hedionda, simplemente maravillosa


Árbol de piedra
El último día en Bolivia también fue fenomenal. Después de haber pasado la noche sin poder ducharme -el hotel no tenía ducha-, me desperté a las 4 de la mañana para ver los geisers y la laguna de aguas termales, calentitas.




geisers


Aguas termales


último desayuno juntos
Fin de la primera parte del viaje. Llegamos a la frontera, rumbo a San Pedro de Atacama, Chile. Luego te cuento cómo me fue en el Desierto de Atacama. 


















sexta-feira, 2 de março de 2012

Salar de Uyuni: preparativos para el viaje



Desde niña tenía ganas de viajar por el mundo. Lo único que me faltaba era la plata, pero tenía los sueños. Cerraba los ojos y me imaginaba por todas partes. Pasaba días y noches leyendo cosas sobre lugares lejanos y culturas diferentes, pero no sabía si lo iba a conseguir algún día o no. De hecho, me queda mucho por conocer. Diría que me queda todo, todo el mundo, pero me alegra saber que hay algunos rincones que ya forman parte de mi existencia. Uno de esos es Uyuni, el Salar de Uyuni. 



Salar de Uyuni

 No me explico hasta hoy cómo tardé tanto tiempo para querer ir a esta parte del planeta, que es tan hermosa y que está tan cerca, aquí mismo en América del Sur. Lo más importante, sin embargo, es que fui, y esto ya serviría por todos mis sueños de niña... 


Centro de La Paz


Fuimos algunos amigos y yo, desde La Paz, rumbo a una "aventura" inolvidable por tierras bolivianas. Son fragmentos de un viaje corto, de algunos días, pero feliz.


A la espera de las furgonetas



Mujer boliviana con su hijita

Para empezar, te cuento que llegué a La Paz sin estar preparada para el "mal de alturas" que te provoca la altitud de la ciudad. Tan pronto llegues, cómprate la medicina que te van a indicar. Soroche plus fue la que me compré yo, aparte un té que se toma por allá que te ayuda y mucho también. Te lo van a indicar. Los dos primeros días en Bolivia me costaron mucho porque el mal de alturas casi me mató... me dolía muchísimo la cabeza, no conseguía comer normalmente, pero sabía que valdría la pena. 


Hostel Copacabana

Llegué por la noche a La Paz y me alojé en el Hostel Copacabana. No está mal y creo que es mejor que la mayoría. Además, no es caro.



Lasaña de carne de llama



 No hice turismo por La Paz, pero di una vuelta y conseguí probar una lasaña de carne de llama que estaba riquísima. Te la recomiendo. La puedes comer en muchos de los restaurantes que hay por las calles estrechas.





Merece la pena conocer los ambulantes que venden artesanías, en el Mercado de las Brujas... Me compré algunas "cositas", pero es importante que sepas que mejor que te las compres al final del viaje. No debes llevar mucho peso porque tendrás que caminar con la mochila y mejor que no esté pesada, ¿verdad?


Mercado de las Brujas


Todo todo muy barato. Te puedo decir, con tranquilidad, que fue uno de los viajes más baratos que hice. Claro que tienes que verificar a cuánto está el cambio, ¿de acuerdo?



Terminal de autobuses de La Paz



Desde La Paz puedes tomar un bus directo a Uyuni, pero no es tan fácil conseguir plazas libres. Al día siguiente tomamos, mis amigos y yo, un bus hasta Oruro, un pueblo donde puedes coger el tren a Uyuni. 



Oruro


De todas formas, me encantó el viaje en tren hasta Uyuni. Si piensas en cuánto vas a gastar, pues te digo que es más o menos lo mismo. 


Tren de Oruro a Uyuni


Llegas a Uyuni y tienes que buscar hotel. Hay muchos muy cerca de la estación de tren. No te preocupes. Es fácil encontrar alojamiento y es barato. Sin embargo, tienes que prepararte para el frío. Cuando llegas, por la madrugada, hace un frío que te mueres, ¿eh? Abrígate para que puedas conseguir buscar hotel sin problemas. Habrá hombres y mujeres que te van a invitar a sus hoteles. No les hagas caso. Busca los hoteles por el precio porque más o menos vas a encontrar lo mismo y, por supuesto, con agua caliente. Eso sí es importante. Decidimos por un hotel sin desayuno, con baño privado y pudimos descansar por algunas horas. 


Desayuno en Uyuni




El día siguiente, trata de no dormir demasiado. Hay muchas empresas que, desde muy temprano, venden sus servicios a grupos de más o menos 6 personas. Así que, si tardas a despertarte, puede que ya no consigas formar un grupo con la cantidad necesaria para el viaje que dura tres días. Otra cosa que debes hacer es tener siempre una botella grande de agua mineral. En Uyuni podrás comprar un soporte para la botella. Lo cuelgas en los hombros y se te facilita el viaje.



Uyuni




Éramos dos mujeres, cuatro hombres y muchas ganas de pasarlo bien. Además, nos guiaba un boliviano que hacía todo el servicio: manejaba el coche, nos indicaba los paisajes, cocinaba, nos cuidaba, todo todo lo hacía él. El paquete para los tres días, con transporte, comida y alojamiento, nos costó muy barato: lo equivalente a menos de R$300,00 (habrá que verificar cuánto vale hoy día). Tendrás dos opciones: viajar por tres días y regresar a Uyuni o seguir hasta San Pedro de Atacama, en Chile. La empresa se encarga de eso, todo ya incluido en el paquete.
Bueno, aquí te dejo porque tengo que pensar en cómo resumirte, en pocas líneas, lo que fue una de mis mejores experiencias. El próximo post te contará la primera parte de lo que, cariñosamente, llamamos Atacayuni (Atacama + Uyuni).